lifestyle

Saiba porque não deve carregar o telemóvel no carro

adult-blur-bokeh-230557

Se usa a porta USB do seu veículo para carregar o telemóvel, fique a saber que está a danificar não apenas o dispositivo, mas também a viatura.

Faz parte do grupo de pessoas que aproveita as viagens de carro para pôr o telemóvel a carregar? Provavelmente, não está a par do erro que pode estar a cometer. É certo que, para longas viagens esta solução é quase inevitável mas, se não for o caso, está na altura de parar de o fazer.

Isto porque, se usa a porta USB da viatura para carregar o smartphone, está a danificar não só o dispositivo como a própria viatura. Como?

Em primeiro lugar porque, muito provavelmente, a energia da saída USB é significativamente inferior àquela que os telemóveis modernos precisam para serem carregados. Ao ligá-lo a essa fonte de baixa energia, está a dar permissão ao smartphone para ‘sugar’ a pouca energia disponível a uma velocidade muito superior às capacidades da fonte USB. Como resultado, o smartphone até pode apresentar o sinal que está a ser carregado quando, de facto, não está (ou está a fazê-lo a um ritmo muito mais lento).

Além disso, nota a revista Reader’s Digest, carregar o telemóvel no carro pode também ter impactos na bateria da viatura. Apesar da dimensão desses danos depender da potência da entrada USB e do tipo de smartphone usado, há sempre uma alta probabilidade do dispositivo estar também a roubar energia à bateria do carro.

É certo que este tipo de causa-efeito não tem grande impacto nas viaturas novas, cujas baterias ainda estão 100% ‘saudáveis’, mas se tiver um carro mais antigo, a melhor decisão poderá ser parar com este hábito e carregar o telemóvel antes ou depois da viagem.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Mário Centeno 
(EPA-EFE/PATRICIA DE MELO MOREIRA)

Lentidão nos reembolsos fazem disparar IRS em plena crise

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos (C), acompanhado pelo ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno e pelo presidente da CP, Nuno Freitas (E), na assinatura do contrato de serviço público entre o Estado e a CP, na Estação do Rossio, em Lisboa, 28 de novembro de 2019. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

CP sem contrato com Estado só tem dinheiro até junho

avião da TAP

PS desafia TAP a corrigir plano de rotas áreas que “lesa interesse nacional”

Saiba porque não deve carregar o telemóvel no carro