Segurança Social

Confederação de reformados pede alteração das regras de atualização de pensões

Reformados

Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos/MURPI defende que as regras em vigor "são desadequadas e injustas".

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos/MURPI pediu a alteração das regras de atualização das pensões, considerando que, em 2017, “só o aumento extraordinário das pensões permitirá repor o poder de compra”.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, o MURPI sustenta que as regras de atualização anual de pensões “são desadequadas e injustas” e que, embora a atualização de 0,5% do valor, para 2017, contemple mais pensões, as de montante até 844 euros, ela é “insuficiente e penalizadora”.

O MURPI entende que a alteração das regras de atualização anual das pensões deve contemplar “a justa fixação dos valores das pensões para níveis compatíveis com padrões de vida digna”.

A nota salienta que o aumento extraordinário das pensões, a partir de agosto, de acordo com o Orçamento do Estado 2017 (OE2017), “não abrangeu milhares de reformados, que continuam a ser fortemente penalizados pelo congelamento das suas pensões”.

A medida prevista no OE2017, assinala o MURPI, engloba 2,8 milhões de reformados e pensionistas, e traduz-se num aumento de 10 euros, para pensões até 632 euros, e de 6 euros, para “pensões mínimas que tiveram ligeiros aumentos entre 2011 e 2015”.

 

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