marca

Fidelidade investe 2,5 milhões para fazer mudança de marca em Angola

Fidelidade 2

No mercado desde 2011, a Universal Seguros passa agora a designar-se Fidelidade Angola

O Grupo Fidelidade fez um rebranding na seguradora do grupo em Angola, a Universal Seguros, que passou a designar-se de Fidelidade Angola. Uma aposta que implicou um investimento de 500 milhões de Kwanzas (2,5 milhões de euros).

“Este é mais um passo na estratégia da Fidelidade de crescer no exterior. Angola é um país estratégico para a Fidelidade. Trata-se de um mercado segurador com elevado potencial de crescimento, e onde acreditamos poder continuar a ter um contributo relevante no seu desenvolvimento”, justificou André Cardoso, administrador da Fidelidade com o pelouro da Direção de Negócio Internacional, citado em nota de imprensa.

Criado em 2011 pela Fidelidade, a Universal Seguros é a terceira maior operadora de seguros neste mercado lusófono, operando nos ramos Vida e Não Vida. Com uma rede de 15 lojas próprias e 500 mediadores presentes em Luanda, Benguela, Huambo e Lubango, a agora Fidelidade Angola tem mais de 206 colaboradores. Em Angola há 24 seguradoras licenciadas.

“A nível de negócio, os clientes são, sobretudo, empresariais, mas a nível estratégico é essencial alargar a penetração aos clientes particulares e aumentar a notoriedade da marca junto da população, motivo pelo qual optamos a marca Fidelidade, por ser forte no ramo segurador”, justificou o presidente da Comissão Executiva da Fidelidade Angola, Armando Mota, citado pela Lusa.

O ano passado a seguradora angolana emitiu prémios brutos num valor superior a 55 milhões de euros (11 mil milhões de Kwanzas) e no final de agosto os prémios brutos emitidos já tinham alcançado cerca de 50 milhões de euros (10 mil milhões de Kwanzas), segundo dados avançados pela companhia.

Em atividade desde 1908, a Fidelidade – detida pelo grupo chinês Fosun – é a seguradora líder no mercado em Portugal, tanto no ramo da vida, como não vida, registando atualmente uma quota de mercado de cerca de 27,7%.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Trabalhadores da Autoeuropa pararam produção a 30 de agosto pela primeira vez na história da fábrica. Fotografia: JFS / Global Imagens

Autoeuropa. Guerra dos horários termina com pré-acordo

Armando Pereira, Cláudia Goya e Michel Combes

Altice “nega que Cláudia Goya esteja de saída”

Fotografia: Alvaro Isidoro/Global Imagens

Novo Banco com prejuízo de 419 milhões de euros até setembro

Outros conteúdos GMG
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo TUI
Fidelidade investe 2,5 milhões para fazer mudança de marca em Angola