Conferência

Global Marketer Week – Lisboa. Veja o que aconteceu

90% do investimento publicitário mundial esteve reunido no Convento do Beato, em Lisboa, na conferência da Global Marketer Week, da WFA

 

A Global Marketer Week acabou. Obrigada por nos ter acompanhado!

Conteúdos maliciosos nas plataformas: “Algo vai mudar porque estamos a exigir”

O final da conferência fica marcado pela mensagem de alerta para as plataformas que continuam a disseminar conteúdos maliciosos. Na sequência dos últimos incidentes na Nova Zelândia, transmitidos em direto no Facebook, Stephan Loerke, CEO da WFA, deixa claro que não tem uma “bola de cristal para prever o futuro” mas frisa: “Tenho a certeza de que algo vai mudar e vai mesmo mudar porque estamos a exigir”.

Num encontro com jornalistas, no final das sessões, Raja Rajamannar, recém nomeado presidente da WFA e CMO da Mastercard, defende a visão do CEO da WFA. “As coisas têm de acontecer num prazo agressivo”, apontou.

Ambos concordam que apesar da evolução, ainda existem ‘gaps’ para resolver na questão da disseminação de conteúdos de ódio nas plataformas digitais. Os marketeers acreditam que esta é uma “obrigação moral” que as marcas carregam.

Global Marketer Week. As imagens que marcaram a tarde

Da seleção portuguesa de futebol ao futuro do marketing, estas foram os momentos que marcaram a segunda parte da conferência que juntou profissionais de todo o mundo para debater os temas mais importantes do setor.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Syl Saller. “No ‘board’ a palavra de ordem é crescimento”

“A criatividade é muito importante, mas no board a palavra de ordem é crescimento”, começa por afirmar Syl Saller, CMO da Diageo, a maior fabricante de bebidas do mundo, em conversa com David Wheldon, CMO do Royal Bank of Scotland, sobre o significado da liderança.

A marketeer refere que a Diageo não é uma ‘consumer brand’. “Somos focados na cultura, nos resultados e em ser ao mesmo tempo solidários e exigentes”, diz a responsável por marcas como Bailey’s, Johnny Walker e Guinness.

“Se não pensarmos em resultados, não conseguimos pensar nas pessoas”, aponta, acrescentando que quando assumiu o cargo foi a “pior CMO que poderia haver”.

Sir Martin Sorrell is in Convento do Beato

As luzes da sala do Convento do Beatro baixaram para receber Sir Martin Sorrell e o seu S4 Capital. Plateia silenciou para ouvir o antigo CEO do grupo WPP, afastado o ano passado do grupo de comunicação que criou.

Sorrel regressou ao mercado onde está a atuar através de várias aquisições realizadas pelo S4 Capital, criado poucas semanas depois de ter sido obrigado a sair da WPP. Na carteira já tem a MediaMonks (agência de produção digital que comprou por 300 milhões de euros) e a agência de publicidade programática MightyHive por 150 milhões de dólares, noticiou o Financial Times.

“Todas as organizações Legacy não conseguem movimentar-se com a rapidez que temos”, diz Sorrell.

“O falhanço não é o oposto do sucesso, mas a plataforma para o sucesso”, diz, se as pessoas se concentraram no falhanço terão receio de experimentar, de inovar. O ingrediente essencial para as marcas tradicionais darem a volta, defende.

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