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Google.Utilizadores podem controlar (mais) anúncios que querem ver

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Google reforçou funcionalidades que permitem aos utilizadores controlar os anúncios que querem ver

O Google está a apertar as regras de como os anúncios podem ser visualizados, dando maior controlo aos utilizadores sobre os anúncios que querem ver no Google, na internet e nas aplicações.

Os utilizadores já podiam bloquear anúncios que não queriam ver, com a opção Remover Anúncio, funcionalidade disponível desde 2012. Cinco anos depois, e depois de receber o ano passado 5 mil milhões de comentários que indicavam que os utilizadores bloqueavam anúncios que não consideraram relevantes, o Google removeu removeu 1 milhão de anúncios na rede baseados nos comentários dos utilizadores e agora está a atualizar esta funcionalidade.

Leia mais: YouTube. Anúncio mais popular em Portugal tem um segredo… do vizinho

“A ferramenta irá reconhecer o seu feedback em qualquer dispositivo em que esteja ligado à sua conta Google”, explica Jon Krafcik, gestor de produto do grupo com a área de privacidade de dados e transparência. Ou seja, se o anúncio for bloqueado no smartphone também será removido no computador. “Depois é provável que veja a opção ‘remover anúncio indesejado’ ainda em mais locais, dado que estamos a fazer com que esse controlo funcione em mais aplicações e websites que, em parceria com o Google, exibam anúncios”, diz Jon Krafcik, num artigo publicado no blogue da companhia.

O Google vai ainda permitir que os anúncios de lembrete sejam bloqueados. Com este tipo de anúncios, os anunciantes querem garantir que utilizadores que visitaram o seu site ou fizerem uma pesquisa procurando um determinado produto, vejam esse anúncio de modo a incentivar o regresso ao site/compra do produto. Normalmente, esses anúncios são apresentados ao utilizador durante cerca de 90 dias.

Saiba aqui como desativar os anúncios de lembrete

Os utilizadores poderão “silenciar anúncios de lembrete nas aplicações e websites que, em parceria com a Google, exibem anúncios. Tencionamos estender esta ferramenta aos controlos de anúncio no YouTube, Pesquisa e Gmail nos próximos meses”, adianta Jon Krafcik.

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