NOS: "Futebol será naturalmente o espaço para o 5G acontecer"  

Branko, Elvira Fortunato, Siza Vieira, Pedro Simas ou Dino d"Santiago são alguns dos mais de 20 talentos chamados ao Amanhã, da NOS. A campanha está na rua.

Imagina-se a celebrar a vitória do seu clube ao lado dos jogadores? Com o 5G o potencial é "ilimitado, haja imaginação", mesmo em tempos de distância imposta pela pandemia. "A NOS tem um papel incontornável na celebração do amor à camisola do futebol, pelo papel que tem na Liga, quer num conjunto de clubes do quais somos patrocinadores, naturalmente será um espaço onde o 5G vai acontecer", garante Rita Torres Baptista, diretora de marca e comunicação da NOS.

A 5.ª geração móvel ainda não arrancou em Portugal - o leilão para a atribuição de frequências decorre desde dezembro -, mas as operadoras já estão na rua com campanhas que procuram mostrar o seu potencial para "Portugal escrever o seu futuro". O Amanhã, a campanha da NOS, fala desse potencial da tecnologia ao serviço do talento. Os músicos Branko e Dino d"Santiago, o arquiteto Siza Vieira, a cientista Elvira Fortunato, o virologista Pedro Simas ou o escritor Afonso Cruz são alguns dos mais de 20 talentos que a operadora chamou para virar página em branco do futuro.

"As caras conhecidas não estão aqui como celebridades, são de todos os quadrantes e idades, da arte, da saúde. Traduzem a verdade simbólica deste reconhecimento da capacidade e do génio humano, de que, quando há vontade, coragem, inovação, investimento em que área for - isso é verdade para Elvira Fortunato, como para Branko -, quando temos dentro de nós essas qualidades que nos fazem extraordinários isso permite-nos andar para a frente, pegar em ferramentas novas como a tecnologia e levá-las para outro nível", aponta.


Depois de um ano de pandemia, há uma "vontade de futuro", acredita. "O contexto é desafiante e vai continuar a ser pelos outros que a vida nos há de trazer, porque o futuro é isso: desconhecido, incerto. Mas vamos para ele mais bem equipados, com uma ideia de sustentabilidade, de inclusividade e expansividade. Não é menos saúde, mas mais. Não é de menos ligações, mas mais. Não é de menos inteligência, mas mais", diz. "Há esta preocupação de tocar a todos nesta ideia de que o futuro é o que quisermos e convocar o melhor que há em nós, o virar de página. Que pode ser simplesmente ter uma atitude diferente, convocar uma vontade, uma energia. Isso é poderoso, mobilizador e inspirador e profundamente institucional."

As marcas têm de saber ler os sinais dos tempos e devolver com inspiração. "Despertar o interesse das pessoas por algo que não é das suas vidas, o 5G não é das suas vidas, ainda não existe, e empoderá-las. Podemos escrever o futuro que quisermos."

Sinal dos tempos, O Amanhã foi criado à distância pela marca e pela agência Havas Different, em conjunto com a produtora Ministério dos Filmes. Foi filmada num "número de localizações enorme", em sete dias de filmagens consecutivas, com mais de dez horas de trabalho por dia, em Lisboa e Porto, para dar corpo a esta ideia de futuro em branco.

Marco Martins - que já assinou várias campanhas para a NOS - volta a realizar, mas aqui não há ambientes cinematográficos à Wes Anderson, nem estúdios. "O tema já nos pede que convoquemos a nossa imaginação - estamos a falar de possibilidades que não existem - é mais entendível para as pessoas quando juntamos ingredientes realistas", justifica. "Não é o estúdio, o que nos inspira agora é a vida. É uma nuance importante. E que veio para ficar".


5G na concorrência

Patrocinadora do NOS Primavera Sound e NOS Alive, não fosse a pandemia, com o arranque do 5G que se espera para este ano, usar o palco de contacto proporcionado pelos festivais para tornar realidade a promessa desta nova tecnologia seria o movimento expectável. Mas a covid-19 já levou a um novo adiamento do NOS Primavera Sound, e a ver vamos o impacto que irá ter no NOS Alive. "A pandemia já nos ensinou que temos de ser pragmáticos. Os festivais seriam um palco privilegiado para fazer o show me do 5G, o que é isto do holograma, de estar ao lado do artista, não existindo a música como a conhecemos destes eventos ao vivo, essa experiência vai tardar mais em ser entregue. A boa notícia do 5G é que essa verdade do potencial da música é fácil de transferir, por exemplo, para a vivência do desporto", diz.

"A mesma imersividade que posso demonstrar com a música posso fazê-la no futebol, na transmissão de um jogo, na celebração de uma vitória ou no encontro de um fã com o seu clube. Esta lógica aplica-se a quase tudo na vida, do entretenimento, até a espaços da pedagogia, como na educação".


Com o 5G irá aumentar igualmente a concorrência do setor. Espera-se a entrada de novos operadores, caso da MásMóvil, os donos da Nowo (ex-Cabovisão), com mais músculo. "O 5G vai trazer uma intensidade ao cenário competitivo, sejam lá qual forem os seus intervenientes, na entrega da experiência que pretendemos; nas possibilidades que vamos concretizar, na qualidade", diz. "Queremos liderar esta nova era e sabemos que ela vem com uma muito maior pressão de entrega." E o orçamento de comunicação vai acompanhar essa intensidade competitiva? "Temos de ser eficientes, fazer apostas certeiras, que geram resultados, e que dimensionem bem os investimentos e as escolhas das prioridades. Os temas têm tratamento prioritários, mas os tempos são de grande procura de eficiência e nesse respeito nada mudou."

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