Obama também aderiu aos smartwatches e confima o sucesso destes acessórios

O presidente dos Estados Unidos é mais um dos adeptos dos relógios inteligentes virados para o sector da saúde e exercício físico. Este fim de semana, durante um jogo de basquetebol em que a sua sobrinha participava, foi visto com o Fitbit Surge, um wearable que monitoriza a atividade cardíaca e contabiliza as calorias queimadas, entre outras funcionalidades.

Pode ser só um acessório, mas a imprensa norte-americana não deixou passar e apressou-se a analisar o significado desta adesão de Barack Obama aos relógios inteligentes.

Uma blogger do New York Times, por exemplo, vê duas possibilidades. Primeiro, este é "o exemplo mais recente da 'atletificação' de tudo, e do poder de um acessório que sugere que quem o usa é adepto da saúde e do exercício físico, numa altura em que estas são vistas como características valiosas".

A segunda hipótese: é "a prova de que por mais totó que estas coisas ainda pareçam - e é difícil olhar para as fotografias de Obama e achar que esta banda de plástico no seu pulso é elegante - o seu fator 'cool', ou o seu fator de utilidade, começa a superar a sua falta de apelo estético".

O mais provável, escreve a blogger, é uma conjugação destas duas.

Barack Obama já tinha falado do seu interesse nestes dispositivos, em fevereiro, quando deu uma entrevista ao site Re/code. "Ainda não tenho uma Fitbit, mas treino muito. Consta que os Apple Watches podem ser bons companheiros para os treinos. Vou testá-los", disse então o presidente dos Estados Unidos.

Já no dia de St. Patrick, a Casa Branca publicou, na conta de Twitter, uma fotografia onde se pode ver Obama usando o Fitbit Surge.

https://twitter.com/syedbalkhi/status/577845669714513920

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de