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Rock in Rio Lisboa. Cofidis é o novo patrocinador

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Com a Cofidis o festival de verão fecha o lote de patrocinadores. RiR arranca com nova fase de comunicação internacional dirigida aos festivaleiros

A Cofidis é o novo patrocinador do Rock in Rio Lisboa (RiR) que, com esta parceria fecha o lote de patrocinadores da edição deste ano do festival que decorre de 23 a 30 de junho, no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Super Bock, EDP, Vodafone e 7 Up são os restantes patrocinadores da edição 2017 do festival de verão.

Em 21 anos de presença em Portugal é a primeira vez que a instituição financeira se associa a um festival de verão como patrocinador. “Foi uma oportunidade. Temos os mesmos valores é um evento que tem como mote Por um Mundo Melhor e a Cofidis é uma empresa de Pessoas para Pessoas. Ou seja, somos uma empresa que tem um foco muito grande nos valores e foi algo que encontramos no RiR”, justifica Nicolas Wallaert, diretor-geral da Cofidis, ao Dinheiro Vivo. “É evento importante a nível nacional e para nós foi importante a oportunidade de associar a nossa marca a este evento”, reforça.

Até aqui a instituição financeira tinha apenas estado associada como patrocinadora a eventos como a Corrida de São Silvestre, a Cofidis Santo António (em Junho) ou ao ciclismo, modalidade onde não só tem uma equipa como é patrocinadora da Volta ao Algarve, e ao motociclismo onde patrocina o piloto Miguel Oliveira. Com o RiR entram numa novo território: o da música, onde tinham ensaiado os primeiros acordos em 2017, em que para assinalar os 20 anos em Portugal a Cofidis organizou um evento musical. “Convidamos mais de 2 mil clientes para um concerto com a Carminho e o António Zambujo em Lisboa. Foi um momento incrível. Com a música estamos a fazer viver emoções”, descreve Nicolas Wallaert.

Com o RiR querem amplificar essa ligação com os seus atuais clientes, mas não só. “Estamos a preparar algumas campanhas para aproveitar este período do RiR: para os atuais clientes está prevista a oferta de bilhetes; vamos oferecer um bilhete para cada nova subscrição do cartão de crédito (lançado o ano passado). E estamos a preparar uma campanha com uma taxa especial para o nosso crédito pessoal”, revela o diretor-geral da Cofidis.

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A campanha de comunicação, com criatividade da FCB, arranca esta quarta-feira.

Bancos fora do lote de patrocinadores

A Banca fica de fora do lote de patrocinadores da edição 2017. Presença habitual no festival, que chegou a ter como patrocinadores na área financeira o Millennium bcp, a Caixa Geral de Depósitos e o Santander, a Banca deu este ano lugar à uma instituição financeira cujo foco é o crédito ao consumo.

“O mercado dos bancos está a passar por uma fase de transformação e tem uma arrumação de casa muito grande acontecendo, a vantagem da Cofidis é que não está aí, não vai passar pelos mesmos desafios”, comenta Roberta Medina, presidente executiva do RiR.

“O sector da Banca está a arrumar a casa e há algumas opções que não acho corretas. Penso que a Cofidis está apostando bem, em construir marca, porque produto é igual em todo o lado. Marca é uma forma de estar na vida, de olhar para o mundo”, reforça. “Realmente surpreende-me como neste momento falta no sector construção de marca. Se as fintech estão entrando, se a tecnologia está transformando o mercado, o que resta? O produto é o mínimo obrigatório, mas tem de ter construção de conversa”, defende a responsável do festival.

O próprio RiR está num processo de transformação. O festival está renovar-se com a introdução de novos conteúdos, como um palco digital, com o patrocínio da Super Bock, ou uma área de restauração gourmet dando resposta a novas tendências.

E o negócio também. “Ajustamos o modelo de negócio, temos mais patrocinadores do que um master concentrado, temos trabalhado mais em propriedades e em que as histórias sobre o evento comecem antes, não fiquem concentradas no evento”, descreve Roberta Medina.

Há “mais marcas pequenas presentes no evento. Há uma mudança de comportamento que é o espelho do que como o mercado está funcionando. Algumas marcas no mercado ainda se estão organizando do período da crise, em compensação as marcas menores estão numa aceleração sensacional”.

12% dos festivaleiros são fora de Portugal

O público do RiR Lisboa também está a mudar: é mais internacional. Há uns anos o público fora de Portugal era apenas 5%. Hoje é já 12%.

“O mercado internacional nunca foi um mercado ativo para a gente. Fizemos uma campanha em 2016, mas nada muito forte, era meio que natural. O que temos feito desde o Brasil, para onde levamos media internacional, foi começar a cobertura do Brasil apontando para Portugal. Hoje temos assessoria de imprensa contratada fora, temos media concentrada nos principais mercados emissores para Portugal (Espanha, Inglaterra, Alemanha e França); temos algumas parcerias com veículos especializados e muita media digital”, explica.

“Até aqui temos vindo a estabelecer a conversa internacional em cima do artista, porque a notoriedade da marca não é tão relevante no caso de quem vem ver o artista. Sempre com a cereja em cima do bolo que é Lisboa. Neste momento, Lisboa nunca agregou tanto valor como hoje agrega”, diz. A comunicação internacional do evento conta com o apoio do Turismo de Portugal e Associação de Turismo de Lisboa.

Desde setembro, segundo dados da organização do festival, já impactaram mais de 4 milhões de pessoas com a nossa campanha (sobretudo em Espanha, Reino Unido, França e Alemanha). Esta quarta-feira arranca também uma nova fase da campanha dirigida ao festivaleiro.

O dia 24 de junho que tem Bruno Mars como cabeça de cartaz já esgotou. “Nunca tivemos um dia a esgotar com tanta antecedência, nestes 15 anos de Portugal. As expectativas são as melhores. Muse vem na mesma direção, tenho absoluta certeza que Kate Perry vai ter um impacto gigante agora, já que tanto o dia de Bruno Mars como o de Kate Perry são dias muito familiares.”

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