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Trusty. O cão (mais) techy da seguradora Fidelidade

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A seguradora da Fosun está mais tecnológica, com novas apps, mas mantém a ligação com a sua história. A campanha criada pela Ivity faz a ponte

Quando a Fidelidade deu a conhecer aos colaboradores a nova campanha da seguradora, uma das perguntas que mais se fez ouvir foi: “Onde é que está o cão robô?” Dos cerca de 3 mil colaboradores, 70% votaram para lhe dar um nome. “A maioria escolheu Trusty. É o cão tecnológico que vem simbolizar o novo posicionamento”, conta Sérgio Carvalho, diretor de marketing da Fidelidade.

É a “nova Fidelidade de sempre”, mas com mais tecnologia, garantem. “O cão robô representa uma nova tecnologia, um mundo digital, mas com um lado de relação com as pessoas”, argumenta Carlos Coelho, cofundador da Ivity, agência responsável pela campanha, a mesma que em 2013 criou a nova identidade da Fidelidade. “O cão robô em 3D é a alma de inovação da Fidelidade”, reforça Carlos Coelho. É a tecnologia, com um “toque ao coração”.

A inovar para que a vida não pare, tem criatividade da Ivity e direção criativa de Mara Jesus. A produção é da Stopline e a realização de Salomão Figueiredo.

“A vida está mais tecnológica e a Fidelidade também para levar mais vida às pessoas”, sintetizou José Alvarez Quintero, administrador da seguradora detida pela chinesa Fosun. O desafio colocado pela digitalização atravessa todos os setores, e o segurador não é exceção. A onda digital é expressiva: mais de 87% dos portugueses até 44 anos usam a internet; 5,2 milhões usam o Facebook; em média olhamos por dia 150 vezes para o telefone; 79% das pessoas faz compras online; são feitas mais de 3 milhões de pesquisas online sobre seguros. O futuro digital não é amanhã, é hoje.

 

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“Com o conceito a mesma Fidelidade de Sempre, queremos juntar a um legado de mais de 200 anos de história, que se materializa em confiança e liderança no mercado português [têm uma quota de mercado de cerca de 27,7%], o tema da tecnologia”, explica Sérgio Carvalho. Um posicionamento que se materializa no lançamento de diversas aplicações, como a Fidelidade Assistance (para facilitar o pedido de assistência automóvel, o mesmo é geolocalizado, permitindo acompanhar o pedido de reboque, etc.) ou a Fidelidade Drive, em que a app monitoriza a qualidade de condução do automobilista e dá conselhos com base nisso visando reduzir o risco.

“O cão robô em 3D é a alma de inovação da Fidelidade.” É a tecnologia com um “toque ao coração”, Carlos Coelho, cofundador da Ivity

Uma oferta que não é para todos os mais de 2 milhões de clientes particulares e 200 mil empresas seguradas pela Fidelidade, admite Sérgio Carvalho. “Com mais de 2 milhões de clientes é relativamente fácil encontrar um mercado potencial. Num primeiro momento, até os clientes se aperceberam do valor destas funcionalidades, temos uma meta de cerca de 10% de adoção tecnológica da nossa carteira”, adianta o responsável de marketing. “Identificámos dois ou três segmentos mais abertos à tecnologia e canais diretos – faixas etárias entre os 35 e 45 anos, pessoas que pela sua vida precisam de tempo e valorizam muito o tempo”, refere. Ou seja, não são ofertas dirigidas apenas aos millennials que não conseguem largar o seu smartphone.

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“Não tem só que ver com gerações, mas com estilos de vida. Teremos nas várias faixas etárias clientes interessados neste tipo de adoção.” Mas não se trata de “impor nenhuma escolha, mas de dar opções”, frisa Sérgio Carvalho, lembrando que os clientes continuam a ter ao dispor a rede de mediadores da seguradora. Mas será que a informação recolhida através da aplicação que monitoriza a condução do cliente, não se vai refletir no prémio? “Não há nenhum tipo de ligação direta ao prémio de seguro, é sempre feito através de algum tipo de recompensa. Queremos incentivar o bom comportamento pela premiação e não pelo castigo.”

Das diversas apps a serem testadas pela Fidelidade este ano, “as que sobreviverem” ao teste dos utilizadores, serão integradas na app “mãe”, a My Fidelidade, em que o cliente pode consultar apólices, pedidos de assistência, acompanhar resolução de sinistro entre outras funcionalidades.

Para que a vida não pare – produção da Stopline e realização de Salomão Figueiredo – é a campanha- -base da Fidelidade em 2017 com diversas declinações ao longo do ano ao nível de produto. O investimento na campanha “tem um valor significativo no orçamento e neste momento não fechado”, diz Cristina Tavares, responsável do departamento de comunicação e cliente da direção de marketing da Fidelidade. “Mais de um terço” serão canalizados para o digital, adianta Sérgio Carvalho, com a marca a apostar em novos formatos/media como o Spotify.

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