MEET 2030

Tecnoplano: O BIM que faz a diferença

MAAT, uma das obras da Tecnoplano. 

Fotografia: Jorge Amaral / Global Imagens
MAAT, uma das obras da Tecnoplano. Fotografia: Jorge Amaral / Global Imagens

O BIM – Building Information Manager - é a arma secreta da Tecnoplano para alcançar os objetivos de uma construção mais verde e com menos emissões.

Conscientes do caráter conservador e concentrado nos desafios a curto prazo que define o setor da construção, os responsáveis da Tecnoplano decidiram adotar o BIM – Building Information Management. Este sistema tem em conta a implementação da Construção 4.0 e os indispensáveis requisitos para que a construção e exploração das edificações convirjam para o carbono zero.

Para os responsáveis da Tecnoplano o BIM é a base instrumental para a abordagem multidisciplinar que permite o melhor domínio das diferentes variáveis para se atingir o objetivo de neutralidade do carbono na construção, que actualmente representa 40% das emissões de CO2 e 35% de consumo de matérias primas nos países da União Europeia.

A adoção do BIM foi a resposta à necessidade de criar um sistema disruptivo que melhorasse a eficiência produtiva a montante – produção de materiais e sua integração em cada projeto – e integrasse e compatibilizasse saberes tão diversos como o ambiental, geotécnico, estrutural, termodinâmico, térmico e arquitectónico. Ao mesmo tempo, era necessário que tal sistema contemplasse a economia neutra em carbono na construção e nas mutações na operação das edificações durante dezenas de anos.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
O primeiro ministro, António Costa, fala aos jornalistas durante a conferência de imprensa realizada no final da reunião do Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, 04 de junho de 2020. MANUEL DE ALMEIDA / POOL/LUSA

Governo vê economia a crescer 4,3% em 2021 e desemprego nos 8,7%

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, durante a conferência de imprensa após a reunião extraordinária da Comissão Permanente de Concertação Social por video-chamada, no Ministério da Economia, em Lisboa, 16 de março de 2020. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Segunda fase do lay-off custa mais de 700 milhões de euros

Jorge Rocha de Matos, presidente da Fundação AIP. Foto: direitos reservados

Rocha de Matos: IVA devia ser de 6% em todos os eventos para ajudar o turismo

Tecnoplano: O BIM que faz a diferença