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O euro subiu esta quarta-feira face ao dólar, pela segunda sessão consecutiva, ultrapassando a barreira dos 1,19 dólares, após o FMI ter defendido que os bancos centrais não podem lutar sozinhos contra a crise económica mundial.
Pelas 18:04 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1917 dólares, quando na terça-feira, quase pela mesma hora, negociava a 1,1869 dólares.
O euro também subiu em comparação com a libra e com o iene.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje a taxa de referência do euro em 1,1890 dólares.
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Os bancos centrais devem mostrar-se "inovadores" e "ousados", mas não podem lutar sozinhos contra a crise económica mundial, afirmou, na terça-feira, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), lembrando o "papel fundamental" das políticas governamentais.
As instituições financeiras, que baixaram as taxas de juro e facilitaram os empréstimos para apoiar empresas, devem encontrar uma forma de renovar "o quadro" da sua política monetária e dos seus instrumentos, declarou, na altura, Kristalina Georgieva.
Georgieva insistiu, no entanto, que "a política monetária não deve e não pode fazer o trabalho sozinha".
A diretora-geral do FMI tem vindo a afirmar há vários meses que a política orçamental tem "um papel fundamental" a desempenhar.
Devido ao impacto da pandemia de covid-19, o FMI prevê uma contração do Produto Interno Bruto (PIB) mundial de 4,4% este ano, antes de uma recuperação de 5,2% em 2021.
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