Saúde

Hospital do SAMS: 25 anos

Foto: DR
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Quando em 1975 o SAMS foi fundado em resultado do nivelamento das condições de trabalho do setor, na sua quase totalidade nacionalizado, estava longe a concretização do SNS e ainda mais longe a igualdade de tratamento de todos os cidadãos perante a saúde.

Vale a pena referir que os bancários não tiveram acesso gratuito ao SNS até ao ano 2000. As despesas eram cobertas quer pelos próprios quer pelo SAMS.

É exatamente nesse contexto específico, e com a visão estratégica dos dirigentes sindicais que já havia estado subjacente à sua fundação, que o SAMS do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas desenvolve um conjunto de unidades de prestação de cuidados de saúde, no sentido de assegurar ao seu universo cuidados de qualidade e poderem ser acompanhados por especialistas, que escasseavam em determinadas regiões da sua área de intervenção.

O desenvolvimento da banca e o acentuado crescimento do número de trabalhadores provocou também um forte aumento da procura, a que se teve de responder, primeiro com o ambulatório, e mais tarde, com o hospital, peça muito importante na afirmação da qualidade dos cuidados, reconhecida pela sociedade em geral e pelos bancários em particular.

Com o setor financeiro em transformação, a redução do número de trabalhadores bancários libertou capacidade, que foi colocada ao serviço de outros subsistemas, seguradoras e público em geral.

Claramente este foi e continua a ser um projeto único. O SAMS é o único subsistema que é simultaneamente financiador e prestador – e essa é a grande diferença. É na conjugação dos interesses de uma e de outra área que assenta a consolidação do modelo garantido pela qualidade e dedicação dos nossos profissionais.

Rui Riso, presidente do SAMS e do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas

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