Mitigar, a ação de reduzir riscos para crescer

Em todos os setores do mercado, empresas de diferentes dimensões lidam diariamente com riscos, pois são inerentes aos negócios. O problema é que, caso essas ameaças não sejam devidamente controladas e/ou identificadas, as mesmas podem aportar prejuízos à imagem, às finanças e até à operação em si. Por isso mesmo, a existência de um plano para mitigação de riscos é fundamental. E depois, transformar essas ameaças em oportunidades.

E o que é mitigar? Mitigar significa reduzir ou aligeirar o efeito de algo. Assim sendo, a mitigação de riscos, a nível empresarial, refere-se às estratégias adotadas por uma empresa para identificar potenciais riscos e ameaças - operacionais ou processuais - resultantes da tomada de decisão e atuar de forma a minimizar o seu impacto no negócio. É, por assim dizer, um processo preventivo em que a empresa mapeia os riscos que possam vir a surgir.

Os benefícios, para além dos já referidos, são muitos: alcançar objetivos com mais facilidade; identificação de ameaças e oportunidades; manter um controlo mais eficaz; melhorar a aprendizagem organizacional e ter uma gestão mais eficiente. Mas outro fator, igualmente relevante, é o estabelecer níveis de prioridade para os riscos da empresa, pois vai ajudar a decidir como será realizada a mitigação de cada um deles. Uma forma "simples" é fazer uma lista dos diferentes tipos de risco associados à área de negócio, que podem ser financeiros, concorrenciais, de rentabilidade, fornecedores, sustentabilidade, entre muitos outros. Mas neste chavão habitual do "entre muitos outros" está um risco que nem sempre é acautelado: os recursos humanos.

Ora, sabemos que o imprevisível está ao virar da esquina e um deles continua a ser a pandemia. O final já esteve mais longe e por isso aproximam-se novos desafios, como a inflação, as potenciais subidas nas taxas de juro (que devem fazer repensar as projeções financeiras) e, desta equação, também deve fazer parte a decisão de aumentar (ou não) o número de colaboradores.

Apesar de todas as incertezas, as empresas têm de voltar aos seus planos de negócio. E muitas vezes esse (re)começo implica reforçar os recursos humanos para fazer crescer as vendas, fator essencial ao crescimento. E poderão fazê-lo mas de forma prudente. Ou seja, no caso de ser necessário aumentar a equipa de vendas poderão recorrer a especialistas externos que vão ajudar a potenciar o aumento de vendas sem comprometer o seu plano de crescimento.

E como é que esta aposta, numa entidade externa, pode criar valor ao negócio da empresa?

Antes de mais, importa esclarecer que as equipas existentes irão trabalhar em proximidade com elementos que, no início, poderão ser "externos", mas que ao trabalhar em nome da empresa, e em função da estratégia definida, integrar-se-ão mais rapidamente. Aqui, o parceiro externo (empresa de outsourcing) tem um papel fundamental na gestão destes recursos, em sintonia com a gestão da empresa cliente, ficando do seu lado os riscos inerentes à contratação. Falamos não só de riscos financeiros e tudo o que implica a contratação a médio/longo prazo de um colaborador, como de riscos de inadaptação. Nesta última situação, também a empresa consultora pode assegurar a substituição imediata. Uma força de vendas externa poderá atuar em conjunto com a sua equipa interna, sem compromisso a longo prazo e ajustando mês a mês. Trará experiência em outras áreas, a qual, conjugada com o conhecimento da sua equipa, irá aportar mais valor ao seu negócio.

É nesta medida que, cada vez mais, o outsourcing evoluiu para o co-sourcing, numa ótica de parceria próxima e de colaboração.

Este tipo de serviço é, sem quaisquer dúvidas, uma opção acertada, dado que prestará um contributo importante na alavancagem do crescimento de negócio, acelerando a sua performance graças à integração durante todo o processo dos melhores especialistas no seio de uma organização.

Partner da Sales Factory

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