O papel das empresas

António Costa e os seus 17 ministros já tomaram posse e já se reuniram, pela primeira vez, em conselho de ministros; na próxima semana, o programa de governo será aprovado no Parlamento; e o Orçamento do Estado para 2016 começará a sair, quanto antes, dos dedos de Mário Centeno.

Este documento é fundamental, não porque Bruxelas o pede todos os dias, mas porque só com ele ficaremos a saber de que forma o novo governo conseguirá conciliar as promessas eleitorais de menos austeridade e mais igualdade social com o rigor indispensável ao cumprimento das metas orçamentais.

É no Orçamento de Estado que está espelhado o cenário macroeconómico do governo e é através deste documento que é dado um sinal importantíssimo aos agentes económicos, que tomam decisões todos os dias, nem que seja de adiar consumo e investimento.

A incerteza não termina, neste caso, com a chegada de um novo governo, nem será eliminada, por completo, com a chegada do orçamento para o próximo ano, mas a sua aprovação será um dos sinais que famílias e empresas aguardam para decidir.

Num momento de recuperação da economia, que se pretende menos tímida e não apenas alavancada na procura interna, e em que a criação de emprego é um dos principais objetivos, as empresas assumirão um papel fulcral.

A recuperação do investimento é um desígnio de qualquer governo, e no de António Costa não será diferente.

Qual o papel das empresas na recuperação da economia? Que deverão fazer os empresários e gestores no atual contexto político, económico e financeiro? Este é o tema da conferência que assinala o IV Aniversário do Dinheiro Vivo e que se realizará, em Lisboa, na manhã da próxima terça-feira. Consulte o programa e inscreva-se aqui. Até lá!

Jornalista e diretora do Dinheiro Vivo

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