O seguro morreu de velho

Saber distinguir ofertas de diferentes seguradoras, poder olhar para os recibos e renegociar a cada ano para entender se o seguro que subscreveu há cinco anos e nunca mais se verificou continua atual e com um preço competitivo, considerando o que protege. Agora é possível.

Muita papelada e burocracia, palavras complicadas e preços que ninguém entende: é assim o mercado tradicional de seguros. Mas isso está a mudar e nós fazemos parte dessa mudança.

Os seguros têm uma componente social muito relevante - salvaguardam-nos quando um imprevisto nos acontece. São a forma de reconstruir, de reparar, de substituir ou mesmo de tratar.

Os produtos estão cada vez mais simples e mais completos, com muitos facilitadores de vida. Recorde-se que há muitos anos, quando o carro avariava era preciso aceder a um telefone púbico, à lista telefónica para chamar um reboque, ficar alojado - caso a oficina não tivesse peças - ou apanhar um táxi de regresso a casa. E depois ainda tinha de se ir buscar o carro.

Hoje em dia, um telefonema ou através da app da seguradora e fica tudo tratado na hora.

O tempo das letras miudinhas também já passou. A supervisão e a força do mercado levaram a definir padrões de informação para comparar produtos. A transparência é cada vez maior e o acesso à informação com a internet não tem limites. Ainda assim, nem sempre o entendimento dos processos é compreendido.

Há anos que o Best trabalha com várias entidades externas para oferecer produtos e serviços de poupança, investimento e reforma. Porque sempre assumiu que presta um serviço melhor aos clientes selecionando as melhores soluções que existem - quer em Portugal, quer no estrangeiro - e também ajudando o cliente a navegar dentro das diversas opções e a encontrar a melhor solução para os seus objetivos.

Porque é importantíssimo, estamos a fazer o mesmo com os seguros.

A maioria das pessoas tem seguros, de várias seguradoras, para várias finalidades. Desde o comum seguro automóvel, a apólices para recheio, saúde e vida. Muitas vezes, porém, deparamo-nos com dificuldades - como ter um seguro do crédito habitação e um de recheio, mas não podermos usar os dois.

É necessário conhecimento da indústria e capacidade para navegar entre opções, porque há seguros com preços diferentes que cobrem o mesmo, outros que sendo mais caros incluem uma maior proteção, ou ainda porque é possível baixar os custos concentrando os seguros numa companhia ou aproveitar campanhas. São muitos "se" e muitos "ou"; mas é tudo isto que faz a diferença.

Saber distinguir ofertas de diferentes seguradoras, poder olhar para os recibos e renegociar a cada ano para entender se o seguro que subscreveu há cinco anos e nunca mais se verificou continua atual e com um preço competitivo, considerando o que protege. Por isso, recomendamos: não deixe o seu seguro morrer de velho.

E sim, este é um desafio dos seguros: o preço pode baixar, mas tal pode significar apenas que temos menos coberturas, ou seja, pagamos menos por menos. E isso, que pode estar bem para uns, para outros é importante garantir a segurança de que, caso haja um problema, não será preciso pagar muito do seu bolso.

Algumas pessoas têm também seguros de saúde no emprego, por isso o que faz sentido é algo que complemente o que já se tem, ou seja, acima daquele valor que o seguro base já protege. Mas nem sempre é isso que acontece. Porquê? Porque a indústria é complexa e existem muitas possibilidades. O que está bem para uma pessoa, pode não estar bem para outra.

Todos os anos os seguros ficam mais caros pelo efeito da idade ou mais baratos porque o valor segurado desce. Existem bónus (vantagens) ou malus (penalizações), daí ser sempre positivo pedir para rever a apólice.

Neste momento, quando alguém nos apresenta um pedido de seguro, apresentamos três opções, com preços e coberturas diferentes. Depois falar com o cliente para explicar as vantagens de cada uma para que este possa ter uma escolha fundamentada. E esperamos que nos diga quais os outros seguros do mesmo tipo que tem para compararmos, e assim, assegurar que tem a melhor opção. É que pode estar a pagar duas vezes pelo mesmo risco.

Ao fazer um seguro através do Best, o cliente passa a ver os seguros todos juntos, o preço, a data início e data fim, bem como algo prático e importante: o telefone de assistência e o número da apólice à mão. Lado a lado como deveria ser desde sempre.

Afinal, se tiver um problema, é para isso que precisa de um seguro!

Procurar, comparar e tirar todas as suas dúvidas. Assim o cliente poupa euros e/ou sabe que o seu dinheiro está bem aplicado. E ganha mais, a segurança de espírito.

António Martins, diretor de Marketing do Banco Best

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de