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Opinião. Marca: o propósito do negócio

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A criação de uma marca pressupõe um propósito, uma identidade, uma personalidade, tudo aquilo que provoca relações duradouras

Criar uma marca ou um negócio podem, numa visão pessoal, resultar em duas coisas diferentes. Uma marca inclui um negócio, mas nem sempre um negócio inclui uma marca.

A criação de uma marca pressupõe um propósito, uma identidade, uma personalidade, tudo aquilo que provoca relações duradouras e envolvimento entre um consumidor e um produto/empresa.

A criação de uma marca com um propósito garante-nos, na maior parte das vezes, mantermo-nos fieis a um fio condutor, fiéis a uma missão original em que no geral se torna mais fácil tornarmo-nos os donos da categoria, especialistas, reconhecidos.

Quando o pensamento é exclusivamente baseado em negócio chega-se ao ponto de querer pensar em extensões do mesmo perdendo o foco no core.

Um dos melhores exemplos continua a ser a Apple, uma das marcas mais brilhantes, pois nasceu com o seu propósito super definido em torno da criatividade. E independentemente de terem diversificado o seu negócio em todas as suas extensões conseguimos facilmente continuar a identificá-los como fieis ao seu propósito original.

Ultimamente os melhores negócios que tenho visto serem criados nascem logo com uma marca/propósito bem definidos.

Normalmente associa-se o sucesso de uma marca ao seu índice de notoriedade, mas há marcas com elevada notoriedade e muito baixa reputação, o que me leva a discordar desta visão de que não importa se falam bem ou mal, desde que falem.

Importa sim que falem bem, que se relacionem, que desejem, e acima de tudo que comprem, pois é isso que faz o negócio crescer.

Acredito por isso que os negócios com futuro têm sempre uma preocupação de marca.

Marketing and Communication Director PARFOIS

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