Opinião

Proteger a Família: Preocupação ou Obrigação?

Familia

Nunca se falou tanto em proteção ou se preveniu tanto a segurança dos nossos como nos dias que correm. Mas, se por um lado existe uma certa obsessão pelo alheio, constantemente preocupados com os perigos da internet, com o que vemos, os dados que partilhamos, as fotos que mostramos, o que comemos ou o que fazemos, por outro, as famílias tendem a descurar o que está efetivamente ao seu alcance no que respeita à proteção.

Sempre, mas sobretudo neste mês dedicado à família, vale a pena relembrar que os imprevistos acontecem e que são isso mesmo, imprevisíveis, impossíveis de prever. O que não significa que os seus efeitos não possam ser minimizados, se devidamente acautelados.

Diariamente somos confrontados com revés, com histórias que aconteceram a alguém, mas que também poderiam ser a nossa história. Por isso, é tão importante e, pode ser tão acessível, apostar em algo que, apesar de não garantir imunidade ao imprevisto, pode garantir proteção face ao inesperado. Se deixar de ter a capacidade para cuidar e proteger a sua família, quem o fará?

Ter um seguro é sinónimo de paz de espírito, de despreocupação, de proteção financeira, de segurança, de uma rede num futuro que é incerto para aqueles que todos os dias dependem de si.

Não quero com isto alarmar ou dizer que devemos viver em sobressalto, com receio que algo aconteça. Nada disso. Quero sim alertar, consciencializar os decisores para a importância de se estar preparado, e, sobretudo, de se estar financeiramente protegido, quando o imprevisto aparece.

Ter um seguro, é seguir por um atalho quando o caminho principal tem muitas curvas, é ter um plano B quando o plano inicial não nos permitir estar presentes para proteger, acompanhar, ajudar e guiar quem de nós depende.

Ter um seguro, seja de vida, saúde, acidentes pessoais, responsabilidade civil (…) deve ser encarado como um investimento, um pé de meia, que esperamos nunca vir a precisar, mas que caso seja necessário está lá. Uma preocupação a menos, numa altura em que o futuro nos pode pregar uma partida.

Só somos obrigados a algo se quisermos, mas não será a proteção dos seus uma obrigação?

António Monteiro, Consultor Especializado Seguros

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