Opinião

Serviço público e competitivo

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Há um sentido de serviço público nesta profissão que não se pode perder. Só assim se atingem lideranças.

Os tempos são difíceis para os media. Tão difíceis que o assunto quase deixou de ser notícia. O financiamento dos meios de comunicação social é uma tremenda preocupação para quem neles trabalha. Nós, os jornalistas, podemos ajudar? Podemos, levando à estampa os melhores conteúdos editoriais. Não os redigidos a pensar no umbigo do mundo editorial ou de meia dúzia de cidadãos, mas artigos que são úteis aos leitores, que mexem com vidas, educação, saúde, emprego, carteira, etc.

Há um sentido de serviço público nesta profissão que não se pode perder. Só assim se atingem lideranças, como aquela que o Dinheiro Vivo voltou a alcançar. Repete a proeza de ser o jornal de economia mais lido do país também em suporte de papel, não só no digital. Por isso, a equipa está de parabéns, mas também as duas marcas que nos acolhem e distribuem merecem um agradecimento.

Além da marca online, o DV é a economia do JN e do DN. Sem estes porta-aviões não chegaríamos a tantos leitores, sobretudo no papel. A vitória é de todos. E também da TSF, parceira do DV em vários projetos e programas, que leva, através da rádio, esta marca de economia ao fim da rua, ao fim do mundo.

Os dados do Bareme Imprensa revelam que o DV mantém cerca de 295 mil leitores semanais, mais de 90 mil acima do caderno de economia do Expresso e perto do dobro de Negócios e Económico. Dito isto, todos são importantes no mercado livre dos media.

Uma palavra final para as mulheres: finalmente a liderança da Comissão Europeia e do BCE é ocupada por mulheres e competentes. Ursula von der Leyen e Christine Lagarde já provaram o que tinham a provar. Chegaram lá. É saudável assistir a estas transformações na política e na economia.

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