Temos solução alternativa

Temos vivido e vamos continuar a viver nesta intensa instabilidade política criada pelo Partido Socialista, que pretende fugir dos destinos do país a todo o custo e o mais rapidamente possível.

Claro que não poderá fugir assim, especialmente depois de tudo o que tem destruído. E claro que, aparentemente, também não se vislumbra uma alternativa partidária possível, mobilizadora e ganhadora. Pelo menos para já.

Mas será que tem de haver essa alternativa, forçosamente, partidária na forma e no contexto que consideramos ter de ser e existir?

Um país é constituído por pessoas e não por corporações ou interesses. Assim como um governo também deve ser constituído por pessoas e não apenas por partidos e respetivos interesses.

Por isso considero que, chegados ao fim da linha de um Estado que se tornou "vazio" e um regime já velho e agora também podre, deveremos esquecer as corporações corruptas em que se tornaram os partidos e os seus interesses, de devemo-nos focar nas pessoas.

Reconheço e realço vários nomes que, juntos, podem e são alternativa como membros de um Governo Patriótico Nacional que hoje poderemos e deveremos considerar.

Temos pessoas extraordinárias e frescas do "eixo dos valores" que não podemos descurar apenas por serem do partido A, B ou C. Não faz sentido que assim seja.

Vejamos:

Rui Ramos, João Cotrim de Figueiredo, Paulo Neves, Camilo Lourenço, Pedro Santa Clara, Clemente Pedro Nunes, Isabel Capeloa Gil, André Ventura, Pedro Reis, Paulo Núncio, Miguel Esteves Cardoso, Carlos Guimarães Pinto, Sebastião Bugalho, Miguel Ferreira Pinto, Pedro Tânger, Pedro Vargas, Fernando Soares, Conceição Zagalo, Hélder Milheiro, Miguel Pina Martins, Cecília Meireles, Rita Sobral, Ossanda Liber, Inês Campos Costa, Mariana Quintanilha, Adolfo Mesquita Nunes, Maria Roquette, Sofia de Sampaio Jalles, Ana Miguel dos Santos, Hugo Santos Ferreira, Pedro Moura, João Coimbra, António Capela, Maria Castelo Branco, Nuno Alvim, Afonso Eça, Rita Saias, Nuno Melo (empresário), Ana Miranda e tantos outros que, em silêncio, fazem (sabem fazer!) e pensam e que, por isso, fazem falta a Portugal.

Com estes exemplos temos uma garantia: inteligência e pensamento político, aversão à corrupção, serviço pelo bem comum e amor a Portugal.

Não nos podemos (auto)dividir, muito menos estar sistematicamente focados no problema (isto é, nas diferenças que certamente existem, mesmo entre os pares).

Precisamos de focar na solução diferente e, em conjunto, mesmo na diferença possível, estar ao serviço de Portugal com o "maestro" (que todos sabemos quem deverá ser!) que deverá saber aproveitar o que de melhor cada um poderá garantir.

Há muito mais vida para além do que, hoje, consideramos ser possível e viável.

Por isso, poderemos ter uma alternativa certa, diferente, multidisciplinar, intergeracional, independente e abrangente.

Basta querer e construí-la sem medos.

Empresário

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