incêndios

Área ardida nas zonas protegidas foi um décimo da média dos últimos 20 anos

Fotografia: Rui Oliveira/Global Imagens
Fotografia: Rui Oliveira/Global Imagens

Entre 2017 e 2019, as equipas das áreas protegidas foram reforçadas com 75 novos elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais.

De acordo com um comunicado enviado pelo Ministério do Ambiente e da Ação Climática às redações, em 2019 registaram-se 384 incêndios florestais nas áreas protegidas e a área ardida foi de cerca de mil hectares.

“Estes valores são cerca de um décimo da média. A área ardida em 2019 foi, assim, cerca de um décimo da média registada nas últimas duas décadas (1800 hectares por ano). Estes números confirmam que a Estratégia do Ministério do Ambiente e da Ação Climática para a prevenção estrutural contra incêndios deu resultados”, referiu o mesmo comunicado.

Entre 2017 e 2019, as equipas das áreas protegidas foram reforçadas com 75 novos elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais (CNF), e com 75 novos vigilantes da natureza. Foi em 2017 que se lançou o projeto-piloto de combate estrutural aos incêndios no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Em 2018, o projeto-piloto foi alargado a mais cinco áreas protegidas e, em 2019 a oito novas áreas. Neste momento há projetos em curso em 14 áreas Protegidas.

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