Solidariedade

CTT: 200 mil embalagens solidárias para Moçambique já esgotaram

Foto: Gerardo Santos / Global Imagens
Foto: Gerardo Santos / Global Imagens

As embalagens serão agora recebidas pela Correios de Moçambique, que as fará chegar às zonas mais necessitadas.

Em menos de 24 horas, os CTT atingiram o objetivo definido de donativos de roupas para Moçambique, depois da passagem do ciclone Idai que afetou milhares de pessoas. As 200 mil embalagens solidárias disponibilizadas pelos Correios de Portugal esgotaram no primeiro dia da iniciativa.

“A adesão dos portugueses à iniciativa foi estrondosa e levou a que, em menos de 24 horas, fosse atingido o objetivo definido em conjunto com os Correios de Moçambique”, pode ler-se na nota enviada às redações.

Os CTT disponibilizaram 200 mil embalagens para que os portugueses fizessem chegar roupa a Moçambique. O processo era simples. Bastava dirigir-se a uma Loja CTT, pedir uma embalagem solidária e colocar o donativo. As embalagens serão agora recebidas pela Correios de Moçambique, que as fará chegar às zonas mais necessitadas.

Os CTT terminam assim a recolha de donativos e “agradecem a solidariedade de todos os portugueses que contribuíram”.

Joaquim Bule, embaixador da República de Moçambique em Portugal agradeceu, em nome da Embaixada, a iniciativa conjunta de solidariedade dos CTT e dos Correios de Moçambique e, em particular, aos cidadãos portugueses e aos membros da Comunidade Moçambicana residentes em Portugal, “pela sua pronta adesão massiva no processo de mobilização, recolha e encaminhamento dos donativos destinados às vítimas do ciclone Idai, às lojas CTT, chegando a se alcançar a meta pré-estabelecida em apenas algumas horas do primeiro dia da campanha de recolha de donativos”.

Já em território moçambicano, o embaixador assegurou que “os Correios de Moçambique se encarregarão de encaminhar os donativos ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), para posterior redistribuição pelas vítimas do ciclone que assolou as quatro províncias da região central do país, nomeadamente Sofala, Manica, Tete e Zambézia”

Notícia atualizada às 11:53 com as declarações de Joaquim Bule

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