Economia

Financiamento do Estado dispara até março para 55 milhões

A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão (C-E), acompanhada por Fernando Ruas (C-D), durante a sua audição na Comissão de Administração Pública, Modernização Administrativa, Descentralização e Poder Local, na Assembleia da República, Lisboa, 03 de março de 2020. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão (C-E), acompanhada por Fernando Ruas (C-D), durante a sua audição na Comissão de Administração Pública, Modernização Administrativa, Descentralização e Poder Local, na Assembleia da República, Lisboa, 03 de março de 2020. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Financiamento das administrações públicas foi de 55 milhões até março, disparando face aos 822 mil milhões de euros negativos de março de 2019.

O financiamento das administrações públicas foi de 55 milhões de euros até março, disparando face aos 822 mil milhões de euros negativos do mesmo período de 2019 e aos 500 milhões de euros negativos de fevereiro, segundo o BdP.

De acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP), as administrações públicas financiaram-se junto do exterior em 4,4 mil milhões de euros.

Em contrapartida, refere, neste período o financiamento das administrações públicas junto de bancos residentes foi de -3,6 mil milhões de euros e junto de outros residentes de -0,7 mil milhões de euros.

O financiamento através de títulos foi de 5,9 mil milhões de euros, enquanto o financiamento em empréstimos líquidos de depósitos foi de -5,8 mil milhões de euros, sinaliza o BdP.

O financiamento das administrações públicas é uma estatística mensal que mede as necessidades de financiamento líquidas do setor, isto é, as variações de passivos em títulos e empréstimos deduzidos da variação dos ativos em depósitos e títulos de dívida.

Sendo um indicador apresentado como uma variação acumulada desde o início de cada ano, um valor negativo significa que, em termos líquidos, no período em questão, as administrações públicas amortizaram dívida ou, em alternativa, aumentaram as suas aplicações em ativos financeiros.

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