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Novo Banco muda líder para gestão de fundos imobiliários

(Igor Martins / Global Imagens)
(Igor Martins / Global Imagens)

Volkert Reig Schmidt assumiu presidência do conselho de administração da GNB após validação pelo Banco de Portugal.

Há uma nova equipa na liderança da GNB, a entidade que gere os fundos imobiliários do Novo Banco. O Banco de Portugal deu autorização prévia à nova equipa de gestão para o mandato que termina em 2022, segundo nota de imprensa divulgada na quarta-feira,

A GNB vai passar a ser liderada por Volkert Reig Schmidt, que entrou para os quadros do Novo Banco em 2017. O gestor de origem espanhola terá a seu lado os nomes de Ana Paula Saraiva, Marcelo Grave Rodrigues e Nelson José Pereira Marques Martins.

Volkert Reig Schmidt entrou no Novo Banco em 2017 como líder do departamento imobiliário depois de o fundo Lone Star ter concluído a aquisição da entidade que ficou com os “ativos bons” do antigo Banco Espírito Santo.

Segundo a GNB, o gestor “tem mais de vinte anos de experiência internacional nas áreas de imobiliário, private equity e fusões e aquisições”. Antes de ingressar no Novo Banco, Volkert foi diretor-geral da Hudson Advisors, onde foi responsável pela execução e estruturação da aquisição, gestão e alienação de carteiras de ativos residenciais e comerciais, tendo concretizado a venda de mais de 3 mil milhões de euros em ativos imobiliários e atuou como negociador chefe na negociação amigável da recuperação de 1,5 biliões de euros de ativos.

Antes disso, o novo líder da GNB “foi advogado em Madrid, Hamburgo, Bruxelas e Nova Iorque, assessorando transações de fusões e aquisições nas sociedades White & Case, Winston & Strawn e Gomez-Acebo & Pombo. Volkert Reig Schmidt é Mestre em Direito pela Universidad San Pablo CEU e integra a Associação de Advogados de Madrid”, conclui a nota de imprensa.

Nos últimos dias de 2018, o Novo Banco comunicou a venda de uma carteira de crédito malparado no valor total de 2,150 mil milhões de euros a um consórcio de fundos geridos pela norte-americana KKR e à Lx Investment Partners. Assim que esta operação estiver concluída, a carteira de crédito malparado do Novo Banco irá cair para menos de 7 mil milhões de euros.

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