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Prio vai abrir terminal em permanência até domingo para reposição de ‘stock’

Fernando Fontes / Global Imagens
Fernando Fontes / Global Imagens

A empresa poderá assim abastecer 16 camiões cisterna por hora, o que equivale a 500 mil litros.

A Prio informou hoje que o seu terminal de tanques, localizado em Aveiro, irá estar aberto “em permanência” até às 12:00 de domingo de forma a assegurar a reposição completa da rede de postos de abastecimento.

A rede foi afetada pela greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou na segunda-feira e terminou hoje, depois de o sindicato e a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) terem chegado a acordo ao início da manhã, levando ao encerramento de inúmeros postos de abastecimento por todo o país.

“Com o fim da greve de motoristas de matérias perigosas, o terminal de tanques da Prio, em Aveiro, irá estar aberto 24 horas por dia até às 12:00 de domingo, a carregar o maior número possível de camiões cisterna, que depois levarão combustível aos mais diferentes pontos de Portugal”, refere a Prio em comunicado.

A empresa poderá assim abastecer 16 camiões cisterna por hora, o que equivale a 500 mil litros.

“Paralelamente a empresa está a mobilizar o maior número de camiões e motoristas possíveis para poder restaurar a normalidade de abastecimento o quanto antes e irá manter o público informado sobre todos os postos que reabastecer, que serão prioritariamente os incluídos na rede estratégica definida pelo Governo”, indica ainda.

Em conferência de imprensa, hoje às 08:00, o ministro das Infraestruturas destacou a garantia de “paz social” acordada entre os motoristas de matérias perigosas para o processo negocial e referiu uma “normalização gradual” do abastecimento de combustíveis no país, apontando que a primeira reunião negocial decorrerá no dia 29.

No acordo assinado, a ANTRAM e o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas comprometem-se a concluir até dia 31 de dezembro um processo de negociação coletiva.

Este processo, de acordo com o documento distribuído aos jornalistas hoje em conferência de imprensa, em Lisboa, visa “promover e dignificar a atividade de motorista de materiais perigosos” e será acompanhado pelo Governo.

A negociação coletiva deverá assentar nos seguintes princípios de valorização: individualização da atividade no âmbito da tabela salarial, subsídio de risco, formação especial, seguros de vida específicos e exames médicos específicos.

A greve nacional dos motoristas de matérias perigosas teve início às 00:00 de segunda-feira, convocada pelo SNMMP.

O Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas estima que o abastecimento de combustível a nível nacional fique normalizado dentro de dois dias.

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