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Quando a melhor solução de negócio é a mais direta

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Um mercado que em 2015 representou um total de vendas na ordem dos 32 mil milhões de euros, apenas na Europa, não pode ser ignorado

Com um aumento nas vendas de 4,5% em 2015, face ao período homólogo anterior, o setor de venda direta assume-se como uma das opções de negócio que apresentam sinais francamente positivos numa economia que ainda luta por adquirir a estabilidade de outros tempos. Nos últimos 3 anos, este setor global demonstrou ser capaz não só de crescer, mas de fazê-lo de forma contínua e sustentável, a uma média anual de 7,2%. No que diz respeito ao mercado nacional, o setor de venda direta contabilizou em 2015 um total de 233 milhões de euros, mais 11% do que em 2014, acompanhando esta tendência de aumento de lucros com uma curva semelhante de aumento de agentes de venda.

Este é um setor que, de acordo com o Instituto Português de Venda Direta (IPVD), representa um enorme potencial de crescimento económico, empresarial mas também individual. Esta instituição sem fins lucrativos, criada em 2001, tem como objetivo unir as empresas de venda direta que operam em Portugal, promovendo não só as melhores práticas neste canal de distribuição mas também a proteção do consumidor. Ao longo dos seus 15 anos de atividade, o Instituto Português de Venda Direta tem vindo a reforçar o seu papel enquanto um motor de desenvolvimento, inovação e empreendedorismo em Portugal.

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Entre os atuais membros do IPVD estão a Amway, Herbalife, LR Health and Beauty, Mary Kay e Oriflame, que beneficiam do conhecimento da instituição, do aconselhamento e defesa, ao mesmo tempo que veem a sua credibilidade e notoriedade aumentar exponencialmente junto do mercado e dos consumidores. Para os profissionais que se dedicam a esta atividade – ou que pretendem iniciá-la – o IPVD sublinha que a venda direta é o maior criador europeu de oportunidades de negócio independente, possibilitando a milhares de pessoas a criação das suas próprias microempresas com um investimento mínimo, assegurando carreiras sustentáveis e rendimentos substanciais.

Este é, aliás um dos pontos vitais que o IPVD sublinha, substanciado pela espantosa percentagem de 90% dos profissionais de venda direta, de entre os mais de 12 milhões ativos na Europa, os quais assumem ter uma maior independência e qualidade de vida. Um facto que ganha maior dimensão quando se apresenta outra percentagem relevante: 25% dos agentes de venda direta estavam desempregados antes de iniciarem a atividade, categorizando este setor como uma resposta óbvia a um panorama negativo de empregabilidade.

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