Coronavírus

1424 mortos e 32700 casos confirmados de covid-19 em Portugal

dgs covid portugal coronavirus
(FOTO: EPA/MARIO CRUZ)

Já há 1424 mortos e 32700 casos de covid-19 em Portugal, segundo dados divulgados esta segunda-feira no boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde (DGS). Mais 200 infetados em 24 horas e 14 mortos pelo novo coronavírus.

São já 19552 os doentes que recuperaram. Há 471 pessoas infetadas internadas, 64 nos cuidados intensivos. Estão cinco crianças internadas no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, estando uma internada em cuidados intensivos, mas “estável”, confirmou Graça Freitas, diretora-geral de Saúde.

Segundo a DGS os sintomas de covid-19 registados são: febre em 29% dos casos, tosse em 40%, dificuldade respiratória em 11%, cefaleia em 20%, dores musculares em 21% e fraqueza generalizada em 15%.

O relatório de situação da DGS aponta agora para 326 278 casos suspeitos desde o início do ano, dos quais 291 858 não confirmados e 1720 pessoas a aguardar resultado laboratorial. Estão em vigilância pelas autoridades de saúde 27 958 pessoas em Portugal.

O Norte regista o maior número de óbitos, 791, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 363, a região centro com 239, os Açores com 15, o Algarve com 15 e o Alentejo com um morto. Na Madeira não há mortos a lamentar.

São oito os concelhos em Portugal com mais de 1000 casos confirmados: Lisboa lidera com 2409, seguem-se Vila Nova de Gaia com 1567, Porto com 1357, Matosinhos com 1280, Braga com 1225, Sintra com 1173, Gondomar com 1083 e Loures com 1066.

DGS 01 covid-19

Marcelo pede que não se passe do “8 para o 80” e alerta para imagem do país

O Presidente da República reiterou este domingo o apelo à população para que não se passe “do 8 para o 80” nas medidas de prevenção da covid-19, alertando para os riscos da imagem do país “cá dentro e lá fora”.

Em declarações aos jornalistas, depois de participar numa celebração religiosa na Mesquita Central de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a dirigir um apelo especial aos mais jovens para que pensem que “um terço da população portuguesa é de risco”, entre pessoas idosas ou com problemas de saúde.

Governo deve reforçar apoios mínimos e rever lay-off

Propostas foram feitas ontem numa conferência organizada pelo antigo ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

O governo deve estender o subsídio social de desemprego e rendimento social de inserção a mais pessoas, apoiar os mais de 50 mil jovens que saem este ano da universidade sem oportunidades de trabalho e rever as regras de lay-off simplificado para que privilegiem as empresas que mais precisam delas, ao mesmo tempo que se assegura menor perda de rendimentos aos trabalhadores provocada pela pandemia de covid-q19. Foram estas, em suma, as propostas deixadas ontem numa conferência organizada pelo ex-ministro do Trabalho, Vieira da Silva, no Conselho Económico e Social.

Os sintomas do novo coronavírus:

Coronavírus - sintomas

LEIA AQUI TODA A COBERTURA SOBRE O NOVO CORONAVÍRUS

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