Coronavírus

1436 mortos e 32895 casos confirmados de covid-19 em Portugal

dgs covid portugal coronavirus
(FOTO: EPA/MARIO CRUZ)

Já há 1436 mortos e 32895 casos de covid-19 em Portugal, segundo dados divulgados esta terça-feira no boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde (DGS). Morreram mais 12 pessoas e há mais 195 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas.

A taxa de letalidade global é de 4,4% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 17,3%

São já 19869 os doentes que recuperaram. Há 432 pessoas infetadas internadas, 58 nos cuidados intensivos.

Segundo a DGS os sintomas de covid-19 registados são: febre em 29% dos casos, tosse em 39%, dificuldade respiratória em 11%, cefaleia em 20%, dores musculares em 21% e fraqueza generalizada em 15%.

O relatório de situação da DGS aponta agora para 328 873 casos suspeitos desde o início do ano, dos quais 294 112 não confirmados e 1866 pessoas a aguardar resultado laboratorial. Estão em vigilância pelas autoridades de saúde 28 064 pessoas em Portugal.

O Norte regista o maior número de óbitos, 795, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 370, a região centro com 240, os Açores com 15, o Algarve com 15 e o Alentejo com um morto. Na Madeira não há mortos a lamentar.

São oito os concelhos em Portugal com mais de 1000 casos confirmados: Lisboa lidera com 2447, seguem-se Vila Nova de Gaia com 1578, Porto com 1358, Sintra com 1355 (inclui atualizações das notificações médicas dos últimos quatro dias), Matosinhos com 1281, Braga com 1225, Gondomar com 1083 e Loures com 1089.

DGS 02 covid-19

Marcelo pede que não se passe do “8 para o 80” e alerta para imagem do país

O Presidente da República reiterou este domingo o apelo à população para que não se passe “do 8 para o 80” nas medidas de prevenção da covid-19, alertando para os riscos da imagem do país “cá dentro e lá fora”.

Em declarações aos jornalistas, depois de participar numa celebração religiosa na Mesquita Central de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a dirigir um apelo especial aos mais jovens para que pensem que “um terço da população portuguesa é de risco”, entre pessoas idosas ou com problemas de saúde.

Governo deve reforçar apoios mínimos e rever lay-off

Propostas foram feitas ontem numa conferência organizada pelo antigo ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

O governo deve estender o subsídio social de desemprego e rendimento social de inserção a mais pessoas, apoiar os mais de 50 mil jovens que saem este ano da universidade sem oportunidades de trabalho e rever as regras de lay-off simplificado para que privilegiem as empresas que mais precisam delas, ao mesmo tempo que se assegura menor perda de rendimentos aos trabalhadores provocada pela pandemia de covid-q19. Foram estas, em suma, as propostas deixadas ontem numa conferência organizada pelo ex-ministro do Trabalho, Vieira da Silva, no Conselho Económico e Social.

Os sintomas do novo coronavírus:

Coronavírus - sintomas

LEIA AQUI TODA A COBERTURA SOBRE O NOVO CORONAVÍRUS

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