Coronavírus

1631 mortos e 44859 infetados por covid-19 em Portugal

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(FOTO: EPA/MARIO CRUZ)

Já há 1631 mortos e 44859 infetados por covid-19 em Portugal, segundo dados divulgados esta quarta-feira no boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde (DGS). Mais dois mortos e 443 casos nas últimas 24 horas.

O total de casos recuperados é de 29714. Há 512 pessoas infetadas internadas, 74 nos cuidados intensivos.

O relatório de situação da DGS aponta agora para 396 521 casos suspeitos desde o início do ano, dos quais 350 166 não confirmados e 1496 pessoas a aguardar resultado laboratorial. Estão em vigilância pelas autoridades de saúde 33 225 pessoas em Portugal.

O Norte regista o maior número de óbitos, 821, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 514, a região centro com 248, os Açores com 15, o Algarve com 15 e o Alentejo com 18. Na Madeira não há mortos a lamentar.

Segundo a DGS os sintomas de covid-19 registados são: febre em 28% dos casos, tosse em 36%, dificuldade respiratória em 10%, cefaleia em 20%, dores musculares em 21% e fraqueza generalizada em 14%.

São 11 os concelhos em Portugal com mais de 1000 casos confirmados (a DGS não fez alterações esta quarta-feira nos números desta tabela): Lisboa lidera com 3645, Sintra com 2850, Loures com 1910, Amadora com 1780, Vila Nova de Gaia com 1678, Porto com 1414, Matosinhos com 1292, Braga com 1256, Odivelas com 1183, Gondomar com 1093 e Cascais com 1061.

DGS covid-19 08

 

Bastonário dos Médicos diz que faltam meios para gerir pandemia

“Se continuarmos concentrados no combate que temos neste momento, é possível que não se tomem as medidas adequadas para no inverno”, alerta.

O aumento recente de mortes, contágios e internamentos hospitalares por covid-19 em Portugal deveu-se à falta de meios e a uma menor atenção às regras de segurança pela população, defendeu o bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães.

Em entrevista à agência Lusa, o responsável lamentou que o país não tivesse aproveitado da melhor forma o tempo para acautelar uma situação como aquela que se vive atualmente. Por outro lado, deixou um aviso para os efeitos nefastos que novas falhas no planeamento podem ter face a uma eventual segunda vaga da doença sobre os doentes covid-19, “mas também sobre os doentes não covid-19”, que diz estarem a ser esquecidos.

Os sintomas do novo coronavírus:

Coronavírus - sintomas

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