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Generg Ventos da Gardunha. Energia para crescer

A Generg Ventos da Gardunha destaca-se neste ranking pela produtividade por empregado
A Generg Ventos da Gardunha destaca-se neste ranking pela produtividade por empregado

A empresa de Castelo Branco pertence ao universo de empresas Generg, grupo dedicado à produção de electricidade a partir de fontes renováveis.

Esta PME destacou-se no ranking da Produtividade por Empregado ao atingir uma produtividade de 23,6 milhões de euros por trabalhador.

Aliás, as três empresas que ocupam as primeiras posições pertencem todas ao sector da Água, Energia e Ambiente, sector este, que por sua vez, foi também o que alcançou o valor de produtividade mais elevado no conjunto dos 20 sectores em análise.

A seguir à Generg Ventos da Gardunha, posiciona-se a Generg Ventos do Caramulo, ambas empresas de produção de energias renováveis do mesmo grupo económico, e que atingiu uma produtividade de 16,7 milhões de euros por trabalhador.

Estes resultados foram conseguidos com aumentos nos VAB de cerca de um milhão de euros na Generg Ventos da Gardunha e de 1,4 milhões de euros na Generg Ventos do Caramulo, dado que o valor do número de empregados se manteve inalterado.
A empresa registou um volume de negócios acima dos 30 milhões de euros, um crescimento de 3,7 face ao valor de 2015, e um resultado líquido de 8,3 milhões de euros. Os resultados líquidos de 2015 tinham-se ficado pelos 7,6 milhões, o que representou um crescimento considerável. O número de empregados, esse manteve-se inalterado, com apenas um funcionário.

Quase 30 anos de história
O grupo Generg foi fundado em 1988 e reúne hoje um conjunto de empresas que têm por missão a construção, construção, exploração e aproveitamento de produção de eletricidade a partir de fontes renováveis.

A empresa anuncia que investe na energia limpa para o bem-estar e conforto doméstico, para o desenvolvimento da indústria, evitando assim uma emissão de cerca de 716 mil toneladas de dióxido de carbono por ano para a atmosfera.

Álvaro Brandão Pinto é CEO e administrador-delegado do grupo sedeado em Lisboa. Este grupo registou um volume de negócios de 179,5 milhões de euros em 2016, uma quebra de 5% face a 2015, e tem apenas 76 trabalhadores. O seu EBITDA (lucros antes de impostos, depreciações e amortizações) chegou aos 140 milhões de euros em 2016, mas registou igualmente um decréscimo face ao ano anterior. O valor do investimento em 2016 foi de 16,6 milhões de euros.
A 31 de dezembro de 2016, a empresa tinha uma potência instalada consolidada – entre o mercado português, francês, espanhol e polaco – de 545 megawatts e uma produção de 1.636 gigawatts. O grupo tem nove centrais hídricas em Portugal, que representaram um investimento de 50 milhões de euros, 11 centrais eólicas, com 436 milhões de euros investidos, e duas centrais solares, num investimento de 54 milhões de euros.

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