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Metlife. A digitalização dos seguros

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A seguradora ocupa um lugar cimeiro no ranking da Banca e Seguros, destacando-ser como a melhor média e pequena do ramo Não Vida.

Apesar de ser, no seu íntimo, uma seguradora especializada nos seguros de vida, é no ramo Não Vida que a norte-americana MetLife se destaca no ranking que analisa as seguradoras nacionais. A empresa ocupa o primeiro lugar da tabela entre as melhores, isto depois de um ano que “correu muito bem” na península ibérica, mas particularmente em Portugal.

Quem o diz é o diretor geral da companhia na Ibéria, Oscar Herencia que justifica esta distinção com a capacidade “de nos adaptar às necessidades tecnológicas, operacionais, regulatórias e de distribuição” ao longo do último exercício. Entre os sucessos, está um particularmente relevante quando comparado com o panorama geral da empresa na Europa, Médio Oriente e África – “o nosso canal de agências em Portugal é a rede mais produtiva e sustentável da operação da MetLife na região EMEA”, explica.

A par com a pujança do desempenho comercial das agências, está a rede de mediadores independentes, que conta com um maior número de representantes e mais vendas de apólices. Além disso, também o canal de Bancassurance tem tido um “contributo positivo” para a companhia, apresentando, aliás, um crescimento considerável já no decorrer deste ano, segundo o responsável.

Este é, de resto, o panorama geral do mercado de produtos do ramo Não Vida, que tem vindo a apresentar resultados de sucesso desde 2015, considerado o período inicial de retoma. A taxa de crescimento fixou-se, no último ano, em 5%, o que representa a maior desde 2003.

Assegurar o cliente do futuro

Apesar dos vários agentes físicos – agências e mediadores independentes – estarem no caminho certo e representarem crescimento substancial nas contas da empresa, a MetLife não tem dúvidas: “o futuro só pode ser digital”, garante Oscar Herencia. Na era da digitalização, que há muito deixou de ser apenas um chavão para começar a pesar na realidade dos mercados, revela-se urgente conhecer bem o cliente dos próximos anos e décadas, assim como as suas necessidades.

São eles que vão “desejar comprar os seus seguros através de simples apps”, o que leva as seguradoras a ter de garantir uma cada vez maior proximidade aos clientes. Já com estes desafios em mente, a companhia tem vindo a desenvolver uma estratégia digital “para interagir e escutar os nossos públicos através do nosso website, redes sociais e da plataforma ‘Seguros do que importa’”, explica o diretor geral.

O último exemplo citado por Oscar Herencia é, no fundo, um site onde a empresa aposta na produção e divulgação de conteúdos relacionados com o estilo de vida, bem-estar e educação. São analisados temas e dados conselhos sobre como melhorar em diferentes aspetos, com o objetivo da empresa “ser a companhia que está sempre ao lado dos clientes”, garante.

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