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Valouro. Rações alimentam grupo e evitam recurso à banca

Reportagem em Torres Vedras
Racoes Valouro e estacao caminhos de ferro
© Rodrigo Cabrita
Reportagem em Torres Vedras Racoes Valouro e estacao caminhos de ferro © Rodrigo Cabrita

Nas empresas de produção de bens, a Rações Valouro arrecada a medalha de bronze no ranking do endividamento da Ignios.

A Rações Valouro é uma das empresas do Grupo Valouro, o maior grupo económico do setor agroalimentar português e um dos maiores da Europa. O grupo nasceu em plena Revolução dos Cravos e até hoje tem a gestão familiar no código genético.

O império da família Santos resulta de uma pequena empresa de comercialização de aves, lançada por Manuel dos Santos em 1875. A gestão do negócio viria a ser assumida por dois sobrinhos-netos, os gémeos José António e António José dos Santos, hoje com 73 anos. Têm sido os estrategas do grupo. A inovação, a expansão e a internacionalização resultaram em cerca de 50 empresas, unidades de produção na Europa e em África.

Só a Rações – produção de alimentos para animais de criação – faturou 100,2 milhões de euros no final de 2014.

Nas empresas de produção de bens, a Rações Valouro arrecada a medalha de bronze no ranking do endividamento da Ignios. É a terceira empresa sem endividamento remunerado e sem custos de financiamento. Na Rações está a base da alimentação animal de todo o grupo Valouro, que ganhou nome pela localização da primeira unidade em Valouro, no concelho da Lourinhã.

À sua frente estão a Bloco Gráfico, do grupo Porto Editora, e a Farmacêutica Menarini Portugal.

Além da indústria de rações, o grupo opera ainda na agricultura, produção e multiplicação de aves, abate e transformação de aves, distribuição e comércio alimentar, transportes, produção de energia, seguros e turismo. Para os irmãos Santos, “o Grupo Valouro é fruto do trabalho de muita gente, que contou não só com a visão estratégica dos fundadores mas acima de tudo com o empenhamento e o entusiasmo dos colaboradores”.

O grupo superou os anos de resgate, marcados pela retração do consumo em Portugal, com o aumento da capacidade produtiva e a aposta em novos mercados.

Hoje, os gémeos já têm a colaboração de outros membros da família Santos na gestão do grupo.

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