Isabel Rita Alves

Avós e netos: uma lição de liderança

Quando ainda nos sentimos úteis e de valor na Organização onde trabalhamos e, de repente, recebemos a melhor notícia da vida, a nossa família vai aumentar: vamos ter um bebé! Como reagimos? Bem, afinal já sabia o que era ser mãe e já conseguia antecipar uma realidade que ainda que fosse nova, tinha muito de já vivido e sentido. Não tinha dúvidas que seria um momento de muitas emoções e sentimentos, um verdadeiro turbilhão, mas com a certeza de que tudo se geria e ultrapassava.

A Transformação Digital está a mudar a nossa mentalidade. Recrutamento e Seleção não serão exceção

O processo de pesquisa, atração e seleção de talento é de extrema importância para a vantagem competitiva das empresas. Este geralmente envolve uma metodologia constituída por diferentes fases e com vários intervenientes. Na maioria dos casos tem que ser desenvolvido em curtos espaços de tempo, dada a necessidade premente que as empresas têm de contratar profissionais que suportem e contribuam para o crescimento do negócio.

Mudei de equipa! E agora? Os desafios da Mobilidade interna

Mudei de equipa! Após vários anos ligada ao Recrutamento de perfis especializados, consegui concretizar o objetivo de diversificar a minha experiência, integrando a equipa de Consultoria da Neves de Almeida HR Consulting. Esta área apresenta um conjunto de desafios muito diferentes e isto fez-me refletir sobre vários temas, desde a importância da Mobilidade interna, aos seus benefícios, mas sobretudo, sobre a sua necessidade dentro das Organizações.

A relevância da comunicação no âmbito da gestão das pessoas

Nunca antes, como agora, a comunicação interna assume tamanha relevância nas organizações, ao garantir uma correta, adequada e atempada transmissão de informação relevante aos colaboradores que, devido ao contexto atual, se encontram mais dispersos e longe fisicamente. Sendo, tipicamente, uma responsabilidade das áreas de comunicação corporativa, ao assegurar a transmissão de informações cruciais para os colaboradores e organização, a sua relação com os Recursos Humanos é indissociável.

Data driven hr management

O sucesso de uma empresa depende grandemente das suas pessoas. Os departamentos de Recursos Humanos têm como uma das suas missões mais importantes garantir que a força de trabalho da sua organização está munida das habilidades e ferramentas necessárias para atingir os objetivos aos quais a organização se propõe. A forma mais eficaz de assegurar a boa capacitação da "work force" da organização resulta da análise de dados pela equipa de recursos humanos, melhorando exponencialmente a qualidade e relevância das decisões tomadas.

Recrutamento 4.0

2021 já vai a meio, e é evidente que vivemos uma alteração profunda na forma como trabalhamos. Graças à covid-19, hoje somos muito mais digitais do que éramos em 2019. A gestão, recrutamento e retenção de pessoas tornou-se num desafio ainda maior para as empresas, recrutadores e candidatos, pois todos tivemos de nos adaptar, num curto espaço temporal a esta nova experiência remota. Em concreto, independente do setor, dos serviços à indústria, esta pandemia veio obrigar as organizações a mudarem a forma como operacionalizam o seu processo de recrutamento. Mas estaremos a reagir temporariamente, até que tudo regresse ao que conhecíamos pré-pandemia, ou vivemos realmente uma mudança sem retorno?

A diversidade na forma como lidamos com uma mesma situação

Estar e ser feliz compreendem realidades diferentes, do mesmo modo que pessoas que vivem realidades semelhantes podem expressar sentimentos diferentes. Em questão encontra-se o modo como percecionamos essa realidade e agimos perante a mesma, o que pode ser influenciado pelo pensamento positivo. As pessoas otimistas são mais prováveis de se orientarem para a ação e resolução dos seus problemas do que as pessimistas. Por exemplo, é comum em processos de despedimento haver pessoas que se sentem perdidas, tanto ou mais consoante o grau de necessidade e dependência do respetivo emprego e outras que, embora se sintam sem rumo, conseguem olhar para a sua situação, mais ou menos inesperada, com um sentido de oportunidade. Essas, mais facilmente perspetivam o momento como uma possibilidade de mudança e de se orientarem e aproximarem de outras concretizações. Contudo, como em qualquer mudança, é preciso fazer reajustamentos.

Estarão as equipas a perder a sua essência?

Há mais de um ano que vivemos tempos difíceis, sem precedentes, causados pela pandemia. Se as pessoas sempre foram a peça chave das organizações, hoje mantêm-se como o centro das atenções. A forma como se adaptaram às ferramentas digitais, a maneira como se reinventaram a trabalhar com os filhos no colo, a superação de um clima de medo e ao mesmo tempo tentar manter a motivação e ser resiliente quer no mercado de trabalho, quer no seio familiar, são uma constante nestes tempos.